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Um fato muito importante e muitas vezes esquecido pelos proprietários e organizadores de cavalgadas é o apadrinhamento ou madrinha dos animais. Por isso que muitas vezes os animais se estranham durante um passeio ou viagem pois, não estão acostumados uns com os outros. Não é muito difícil durante uma cavalgada, ao soltar a tropa num mesmo piquete, alguns se estranharem e no revide de coices, acabarem se machucando.
Devido a isso em muitas viagens muitos dos cavaleiros levam duas montarias para que nessas ocasiões terem seu estepe e não terminar a viagem antes do previsto. No entanto, alguns estudos prevendo a relação entre os cavalos e a convivência em grupo, demonstra uma certa hierarquia e dominância de alguns animais. Contudo, os cavalos são extremamente sociais e seu instinto é de viver em grupo.
Seguindo essa lógica e a limitação de espaço, devemos apresentar e dar condições dos animais se relacionarem de forma amigável. Podemos fazer isso antes de qualquer cavalgada, buscando unir os grupos antes de realizar a cavalgada. Outra forma e trabalhar com animais na chincha ou rebocados em outro cavalo, isso forçosamente vai madrinhar os animais.
Outro fato que demonstra isso é a convivência em grupo de garanhões, esta pratica deixa os animais menos bravios entre si. Animais condicionados ao manejo de estábulo (cocheira) podem demorar algum tempo a acostumar com a convivência em grupo. Assim, antes de realizar longas cavalgadas onde a soltura dos animais em grupo não tem como ser evitada procure antecipar este convívio para evitar problemas no dia da cavalgada.
Sabendo que seu cavalo é garanhão e bravo deixe-o separado, pois, certamente algum deles pode se machucar e estragar a cavalgada. Mesmo alguns animais castrados de temperamento anti social, procure separá-lo também evitando alguma confusão entre eles.
Equipe CavaloWeb